Thursday, February 28, 2008

                          A página da AFE na Europa
                           (www.poemafeano.blog.com)

                                     Marcelo justiceiro

                As vias virtuais que a Internet fornece fugiram-nos ontem e, destarte, só hoje de manhã foi possível, ao chegar ao trabalho, saber do novo capitulo de sofrimento vivido ontem na Fonte Luminosa. Maior ainda do que o dos torcedores presentes, o nosso, na imposição do alheiamento ao que lá acontecia. A estropiada noite de sono adveio em consequência, mas o alívio instou-se com a rápida consulta matinal aos cibernéticos meios.
                   Havemos de admitir que o nosso tão contestado treinador tem uma boa estrela e a sua mexida no time mudou o rumo dos acontecimentos. O Marcelo entrou para virar o jogo e fê-lo, com seus dois gols.
                   Mas atenção: Mesmo ganhando, continuamos em sétimo; os outros não estão dormindo e para sábado impõe-se vencer o Olímpia, pois os três pontos dos jogos em casa são imprescindíveis. Mesmo que o inevitável sofrimento imponha-se novamente.

                                         3×2 ao CAT
                              (Marcelo justiceiro)

                             “Pra variar”, usemos de ironia,
                                   De novo ele não se fez ausente,
                                   Um companheiro nosso, contundente,
                                   O sofrimento, ingrata companhia:

                                   Instala-se na Fonte em cada dia
                                   De jogo, e é vê-lo pleno e inclemente
                                   De cada torcedor, indiferente,
                                   Ao gesto infausto, na fisionomia.

                                   Desta vez foi o CAT o visitante
                                   E como os outros todos, dominado,
                                   Faz-nos um gol, em distraído instante.

                                   Do treinador, porém, a sorte ao lado
                                   Alinha-se e o Marcelo é posto adiante
                                   Para impor justiça ao resultado.

             Antonio Carneiro (Bélier)
             V.N.Gaia - Portugal
             28/02/2008

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Wednesday, February 27, 2008

 
 
 
                              A página da AFE na Europa
                              (www.poemafeano.blog.com)
 
 
 
                                    Parabéns, Paschoal
                                  (Memória viva da cidade)
 
 
                   Em verdade vos digo que se não vos converterdes  e não vos tornardes como crianças, não entrareis no Reino dos Céus.
(Mateus, 18/3)
 
 
                  O sol que hoje acorda em Araraquara mostra-se com maior brilho e, já ao acudir à janela ao primeiro espreguiçar esboça um largo sorriso. Eis que hoje é dia de festa, o nosso Paschoal Gonçalves da Rocha completa sessenta e seis verões e, destarte, o astro-rei não poderia deixar de o saudar alegremente.
                  Quem na cidade não o conhece, a transitar pelas ruas com a sua camisa da Ferroviária, que só despe para tomar banho, como diz, sempre pronto a ajudar os amigos, a lutar pelos interesses de seu querido clube e não só, que o diga a divulgação que faz do esporte amador da cidade, a enriquecer a sua famosa sala de reminiscências, autêntico memorial das coisas importantes, muitas vezes, senão sempre esquecidas, a promover eventos que tanto engrandecem e divulgam o seu idolatrado torrão, tudo isso feito com total desinteresse das profanas recompensas materiais?
                   Paschoal é como uma criança, do alto de seus 66 anos e, como tal, inscreve-se na relação dos bem aventurados, tal como o Divino Mestre o referiu. Tanto assim é que, já em vida converteu-se numa lenda viva da cidade. Feliz é ele, com a sua simplicidade, que tanto o engrandece.
                   Parabéns, Paschoal, e que Deus te mantenha ainda por muito tempo entre nós. O mundo precisa de pessoas sinceras de propósito, simples como tu, pobres pelo espírito, como citou o Cristo em suas bem aventuranças.
                   E o melhor presente para o Paschoal hoje será, sem dúvida, uma expressiva vitória sobre o Taquaritinga. Assim seja.
 
 
 
                                      Parabéns, Paschoal
 
                                  Memória viva da cidade, eis o Paschoal,
                                  Da Ferroviária sempre uma camisa usando
                                  Da qual só se separa, por banhar-se, quando
                                  Tem que despi-la, a contra-gosto eventual:
 
                                  É como uma criança, em seu ar jovial,
                                  Pronto a ajudar a todos e a mais ajudando
                                  De Araraquara o esporte de amador quejando
                                  E o seu amor maior, da AFE o profissional.
 
                                  De seu particular museu as lendas várias
                                  Hão de marcar-lhe a vida na posteridade,
                                  Porque tais vidas, como a sua, são lendárias,
 
                                  Porém hoje é mister louvá-lo em realidade
                                  Com parabéns sinceros, odes voluntárias,
                                  Pois ele faz sessenta e seis anos de idade.
 
 
             Antonio Carneiro (Bélier)
             V.N.Gaia - Portugal
             27/02/2008
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Sunday, February 24, 2008

                             A página da AFE na Europa
                               (www.poemafeano.blog.com)

                                    Faltou afirmação

                  Mais uma vez, deixamos escapar dois preciosos pontos, desta vez em Catanduva, depois de sair à frente, já no segundo tempo. Observa-se, pelos relatos e comentários,que falta ao time a necessária afirmação, advinda da confiança em seu futebol. Com efeito, ao adiantar-se no marcador, em casa alheia, qualquer time categorizado sabe como explorar o desespero do adversário, passando a jogar em cima de seus erros. Ao contrário, a Ferroviária faz-se à defesa, cedendo campo de jogo ao inimigo e passa a levar um tremendo sufoco, sucedendo-se as faltas perigosas e os amarelos aos defesas.
                     Por outro lado, não se entenderam desta vez as intervenções do treinador, modificando o time que, ao adiantar-se no placar, vinha jogando razoavelmente bem.
                     Em consequência de tais lambanças, vimos o Grêmio empatar, o Marcel ser expulso e a vaca no limiar do brejo. Em contrapartida, o time não jogou mais nada, trazendo destarte um pontinho só das plagas catanduvenses (dos males, o menor…).
                    Seguem-se dois jogos em casa e, por paradoxal que possa parecer, isto nos preocupa. Com efeito, sói ocorrer que, sujeitos à pressão da torcida, que quer vitórias, mas não tem paciência, os jogadores enervam-se e as coisas ficam difíceis se o gol inicial custa a sair. Esperemos que, logo na quarta-feira, diante do Taquaritinga, assim não seja, pois se quisermos aspirar a algo mais nem podemos pensar em perder pontos na Fonte. Até lá, é refrescar a tola e tentar, num trabalho - mais psicológico do que concreto - restaurar confiança no time, eis que os outros também (mire-se a mediocridade exibida hoje pelo Grêmio Catanduvense)
nâo estão lá grande coisa, exceptuando-se talvez o Santo André e o Atlético Sorocaba, isto sem acentuada diferença.

                                  1×1 ao Grêmio Catanduvense
                                    (Faltou confiança)

                                Mesmo à distância, vê-se que é patente
                                A falta de melhor coordenação
                                Em corolário de uma afirmação
                                Que do time entretanto faz-se ausente.

                                Fizemos um a zero, a coerente
                                Jogo, em periodo de definição,
                                Mas logo desistimos da ambiçâo,
                                Qual quem se desconsola de repente:

                                E eis que, ao ceder campo ao inimigo,
                                Cresce este e nos espreme, quando havia
                                De oferecer-se a mal cuidado abrigo;

                                Assim, empata o jogo e ainda avia
                                Sufoco enorme e quase por castigo
                                Maior ainda, não nos arrepia.

            Antonio Carneiro (Bélier)
            V.N.Gaia - Portugal
            24/02/2008
                               

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Thursday, February 21, 2008

                                A página da AFE na Europa
                                         (www.poemafeano.blog.com)

        
                                              Ambições ao lugar

                       O horário destes jogos de quarta-feira incompatilizam-se com as nossas atividades profissionais e, destarte, não lhes podemos acompanhar os relatos. É pena, mas incontornável tal contexto. Todavia, pelo que ainda ouvimos e lemos, já na madrugada européia, resultou deste embate contra o Santo André, como evidente, que as condições deste adversário são melhores do que as nossas, há que reconhecê-lo. Ainda mais, os outros todos estão a evoluir, do que advém uma renhida disputa pelos oito lugares hábeis de conceder vagas no torneio final. Enfim, uma briga de foice no escuro, como se diz.
                       Resta humildemente reconhecer as próprias deficiências, trabalhar por atenuá-las e prosseguir na luta encarniçada luta, sabendo entretanto que, apesar de tudo, temos possibilidades se o trabalho continuar árduo, profícuo e talvez auxiliado com alguns elementos de reforço que devem chegar. Afinal, mesmo neste último jogo, o Santo André só triunfou depois da expulsão do Fernando Luiz.
                       A Catanduva, pois, com fé e esperança, em outra saída imposta por esta tão ingrata tabela.

                                         1×3 ao Santo André
                                   (Ambição ao lugar)

                              Perdemos a batalha em Santo André
                                    E nas colocações, em corolário,
                                    As descidas, de cinco atrás, ao páreo
                                    De outros nos coloca, bem ao pé.

                                    A imposta tabela não nos é
                                    Em nada favorável e bem vário
                                    Será de próximos o itinerário
                                    Os compromissos ao final até

                                    Desta primeira etapa que, vencida,
                                    Põe-nos a pleitear por prêmio instado
                                    A promoção de há tanto já querida.

                                    Não somos os melhores, foi provado:
                                    Resta manter-nos sempre na corrida
                                    De Catanduva ao fim deles ao lado.

               Antonio Carneiro (Bélier)
               V.N.Gaia - Portugal
               21/02/2008
                                          

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Saturday, February 16, 2008

                          A página da AFE na Europa
                            (www.poemafeano.blog.com)

                                 Haja coração…

                Mais uma vez, para variar (dirão alguns com ironia), o sofrimento foi a tônica deste jogo, o Come-Ferro tradicional. O time jogou, pelo que ouvimos, muito mal, bem acompanhado pelo Bafo, cujo conjunto é fraco, justificando-se assim a sua péssima campanha no Campeonato. Neste contexto, o primeiro tempo esvaiu-se, sem que o placar fosse movimentado.
                A Ferroviária logrou obter vantagem logo ao dealbar do segundo período e, a partir de então, deixou-se dominar pelo adversário, até levar o gol de empate, pasme-se…aos 45 minutos. Ora, foi o desespero total e daqui ouvimos o coro da torcida dirigido ao treinador: Burro!
                Já todos estão cansados de saber que isto não ajuda em nada, pelo contrário, porém há que entender a revolta do torcedor que, como eu, ficamos apopléticos com tamanho golpe.
                No aludido desespero, encurralamos de novo o débil time comercialino e, com alguma (muita…) sorte, obtivemos mais dois gols, já no prolongamento. É sofrer demais, convenhamos.
                Ora, o torcedor acaba por ficar feliz, ótimo, são mais três preciosos pontos, todavia, há que rever alguns aspectos, o grupo precisa ser reforçado em alguns setores, isto é evidente, até porque a luta será cada vez mais encarniçada, contudo estes possíveis reforços terão de adicionar valias, eis que até então, a idéia que nos é passada induz a juízo de que, dos muitos que vieram, poucos estão a corresponder.
                E atenção que vem aí o grande bicho papão, o Santo André de tantas tradições…

            
                                      3×1 ao Comercial (R.P.)
                                   Haja coração…

                                   É sempre assim, na Fonte o sofrimento
                                   Vinca todos os nossos compromissos,
                                   Eis que temos setores muito omissos
                                   Quando as coisas não têm bom andamento;

                                   Conquanto aspecto mau de nunca isento,
                                   Cumpre saudar triunfo, embalde enguiços,
                                   Porém sem esquecer os alvoriços
                                   Que não inspiram almejado alento.

                                   O Campeonato é longo e a cada vez
                                   Torna-se complicado mais, embora
                                   Tenhamos saldo assaz de bom jaez:

                                   Que tal vantagem não deitemos fora
                                   E para tanto é de mais solidez
                                   Cuidar nestas lacunas sem demora.

             Antonio Carneiro (Bélier)
             V.N.Gaia - Portugal
             16/02/2008

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Thursday, February 14, 2008

                               A página da AFE na Europa
                                 (www.poemafeano.blog.com)

                                               Noite aziaga

                  Mais uma vez, a Ferroviária tropeça em suas próprias deficiências e de sua pouca ambição resulta outra derrota, ante um adversário que em nada lhe foi (nem é) superior. A síndrome do acanhamento continua e isto já custou pelo menos cinco pontos, sem contar com aquele desastre inicial na Fonte.
                     Ontem, mais um penalty foi desperdiçado. Havia um colunista esportivo no Rio de Janeiro, que escrevia para o jornal O Globo que sempre dizia: penalty não é coisa que se perca. E tinha razão. Perder um penalty é como fazer um gol contra (auto-gol, como aqui se diz). E já vão dois, ou seja, em três só um foi convertido. A meu ver, estes detalhes são muito importantes e a comissão técnica deve avaliá-los melhor. Não será isto indício da aparente submissão ou falta de confiança em si que o time demonstra?
                      Sábado, há o Come-Ferro tradicional. Jogo em casa, não podemos sequer pensar em perder pontos. E a torcida precisa ter paciência, incentivando até ao fim, sobretudo sob este contexto de emocional pouco famoso. Ainda há muito tempo para recuperar mais estes pontos, todavia é preciso antes pensar que, não só é possível, mas também muito provável, quase certo. Afinal, o Comercial anda caindo pelas tabelas…

                              0×1 ao União São João
                                    (Noite aziaga)

                                   Aziaga noite, da Fortuna ausente,
                                   Fracassa o time e perde outra nuance
                                   De acessível jaez e vai-se a chance
                                   De assumir o comando novamente.

                                   Embalde a sorte imiga, não somente
                                   Nela se busque algoz que abaixo lance
                                   O anelo em cujo haver se afiance
                                   Certa ambição que temos cá presente:

                                   É que vemos passar inda mais fracos
                                   Os outros, permeáveis, evasivos,
                                   A pontos nos sorver por seus buracos!

                                   E em casa não sejamos tão furtivos,
                                   Ganhando os pontos todos sem cavacos,
                                   Do Come-Ferro aos jogos sucessivos.

                  Antonio Carneiro (Bélier)
                  V.N.Gaia - Portugal
                  14/02/2008
               
                                 

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Saturday, February 9, 2008

                       A página da AFE na Europa
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                              Soube a pouco

              Conquanto tenhamos ganho mais um ponto fora de casa, pelo que deduzimos do relato, via Rádio da Cidade, em ondas cibernéticas, o time poderia ter obtido nova vitória, que seria a terceira em campo alheio, eis que o tigre de Americana mais parecia um gato manso, inofensivo.
              Acanhou-se em demasia a Ferroviária, não ousou arriscar, e ademais parece que as suas linhas de passes não se coordenaram bem, entre a defesa e o ataque, do que resultou uma carência no jogo ofensivo, muito pouco eficaz, destarte.
              Ao final, valeu-nos novamente o Éder. em excelente forma, negando pelo menos dois gols ao adversário, que nos estertores do jogo veio com tudo para tentar um triunfo caseiro.
              Dos males, o menor. Continuamos invictos fora de portas e já na quarta-feira temos outro compromisso em alheias plagas, nomeadamente em Araras. O importante é pontuar para que a soma final nos possibilite prosseguir na gigantesca luta rumo à A1, se possível sem perder qualquer ponto nos jogos da Fonte.
              Mais um pontinho, eis, estamos à frente, isto é que importa.

                           0×0 ao Rio Branco
                        (Soube a pouco)

                        Foi atrevido pouco, assim foi dito,
                        O time ante um tigre desunhado
                        De Americama, em campo frequentado
                        Por gente escassa, com bem fraco grito,

                        Perdendo assim da boa chance o fito
                        De se afastar na liderança, a lado
                        De aproveitar do bom momento o grado
                        Há algum tempo já na sorte inscrito.

                        É mais porém um ponto ganho fora
                        De nossoa pagos, tal deve apontar-se,
                        Perdido o ensejo de ganhar, embora,

                        Que é longo o campeonato e de chegar-se
                        Ao alvo um ponto mais que é ganho agora
                        No fim pode pesar, quando o somar-se.

             Antonio Carneiro (Bélier)
             V.N.Gaia - Portugal
             09/02/2008

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Saturday, February 2, 2008

                       A página da AFE na Europa
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                             Galo vencido, AFE à frente

                Não foi fácil passar pelo nosso tradicional rival de Jaú. O time parece que treme ao jogar na Fonte e assim as coisas se complicam demais. Por outro lado, a torcida, impaciente, enerva-se e deixa de incentivar, quando sabemos que isto só favorece os adversários. Entende-se, porém. Todos estão ansiosos por ver a Ferroviária de volta ao seu lugar devido.
                Entretanto, desta vez tudo acabou bem, para gáudio de tão sofrida claque afeana. Às tantas já, do segundo tempo, o Chimba arranca um pênalty salvador. Aqui, nas longíncuas terras de Camões, nem queríamos ouvir, eis que à lembrança adveio a má prestação do Osni, diante do São Bento. Quem vai? Ah, o artilheiro Fabinho (há jogadores que parecem feitos para jogar na AFE…). Impecável, no canto direito. Alívio total! Mas ainda era preciso segurar uns dez minutos (tão longos…) e o sofrimento prosseguiu até ao último dos três minutos do prolongamento. Fim de jogo, mais três pontinhos preciosos e… a liderança. Ave, AFE!
                É mister porém (de novo cabe a adversativa calçada nos chinelos da prudência) que não nos deixemos enganar. A disputa vai ainda no início, não ganhamos nada ainda e para o lograr urge trabalhar arduamente, com muita humildade e dedicação, acreditando, não obstante, em nossos jogadores e na comissão técnica. Não custa lembrar, há menos de quatro anos estávamos na quarta divisão. Um trabalho sério e profícuo foi desenvolvido desde então e os resultados são evidentes. Nem sempre é possível ganhar, nem sempre é possível desenvolver o melhor planejamento, eis que os obstáculos são ingentes e muitas vezes têm de ser contornados. O importante é acreditar, sempre, sem empáfia nociva ou derrotismo deprimente. O equilíbrio é, tal como a perfeição, uma meta sempre a ser alcançada. Avante AFE! Rumo à A1.

                                 1×0 ao XV de Jaú
                      (Galo vencido, AFE à frente)

                        Depois de um intenso sofrimento,
                             Passamos pelo Galo da Comarca
                             Com uma exibição inda que parca,
                             Segundo nos chegou conhecimento;

                             Eis, o que vale é o sair isento
                             Deste outro adversário que nos marca
                             Por recente desdouro cuja zarca
                             Inda temos vincada em pensamento.

                             E vamos já na frente da corrida
                             Ao objetivo adrede colimado
                             De uma difícil vaga apetecida,

                             Hábil de nos trazer de volta o grado
                             De uma expressão tão grata e merecida
                             Que tanto enalteceu nosso passado.

                 Antonio Carneiro (Bélier)
                 V.N.Gaia - Portugal
                 02/02/2008

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